Tamanho do texto
  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size
Início > Notícias > Últimas Notícias

Últimas Notícias

Professora é vítima de assalto no estacionamento do ICC Sul

Professora é vítima de assalto no estacionamento do ICC Sul

O Campus da Universidade de Brasília (UnB) voltou a ser palco de violência contra a comunidade acadêmica. Desta vez, uma professora do Instituto de Psicologia esteve sob a mira do revólver de um assaltante. A docente, que prefere não se identificar, está grávida de oito meses e foi abordada quando saia, na última quinta-feira (2) às 18h30, do ICC Sul.

 

Justiça mantém URP para técnico-administrativo da UnB

Justiça mantém URP para técnico-administrativo da UnB

A 6ª Vara da Justiça Federal concedeu liminar determinando a reincorporação da URP ao pagamento de salário de um servidor técnico-administrativo. A decisão foi proferida pelo Juiz federal Márcio de França Moreira por meio do mandado de segurança n. 40269-52.2010.4.01.3400 em desfavor da reitoria.

Docente do departamento de saúde da UnB é premiada

Docente do departamento de saúde da UnB é premiada

Professora da Faculdade de Ciências da Saúde, Maria Fátima de Sousa venceu a edição 2010 do Prêmio Sérgio Arouca. O título reconhece a importância da assistência de saúde universal e seu impacto nos povos das Américas. A docente destacou-se na elaboração de políticas e estratégias nacionais para a promoção de programas de saúde e gestão em saúde.

Professor no AM retira policial armado de sala de aula

A Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas - Adua Seção Sindical manifestou solidariedade ao professor José Exequiel Basini Rodriguez, do Departamento de Antropologia. O docente havia solicitado a um aluno policial, que portava arma de fogo e facão, a sua retirada da sala de aula, na última segunda-feira (23/8). O caso provocou polêmica na universidade, sobretudo por conta da mídia local, para quem o aluno se apresentou como vítima de abuso.

Vários professores estiveram na Adua, durante essa semana, para manifestar solidariedade ao professor Basini. "O discente não estava no exercício de suas funções militares, mas na condição de aluno", argumentou o professor em Rubens Castro, que produziu uma moção de apoio junto com o professor Jorge Gregório, ambos da Faculdade de Educação. "A Ufam não é um ambiente de guerrilha e não necessita de repressão armada. A universidade e o Departamento de Antropologia devem tomar providências para regulamentar tal matéria", complementou.

O Departamento de Antropologia da Ufam também se manifestou em nota. Conforme os docentes, o professor tem plena autonomia didático-pedagógica no espaço da sala de aula. "Os espaços universitários, desde a Idade Média, têm-se mantido como um espaço de paz, neutro e de asilo para todos aqueles que se sentem perseguidos por questões político-ideológicas, religiosas, etc", afirmaram em nota. Na opinião do departamento, A Ufam deveria recolher as armas dos estudantes policiais, para que eles não as exibam como complemento da farda.

Leia abaixo a nota de solidariedade da Adua:

NOTA

Sobre a polêmica ocorrida na segunda-feira, dia 23, à noite, envolvendo o docente José Exequiel Basini Rodriguez, do Departamento de Antropologia da Ufam, e um aluno do curso de geografia, convidado a se retirar de sala de aula por estar fardado de policial e portando arma de fogo, esta Diretoria manifesta-se solidária ao ato do referido professor, pois compreende que, em nenhuma hipótese, deve-se acobertar a ideia de que, num espaço destinado ao aprendizado – como é o da Universidade -, cabe a presença de alguém armado em sala de aula. E com qualquer tipo de arma.

Assim, recriminamos as atitudes do aluno, que preferiu apresentar-se à mídia local como “vítima” da questão e não compreende que a sala de aula é um espaço de paz, de troca de informações e de formação profissional, além do professor ser seu responsável, levando em consideração os objetivos de cada disciplina.

ADUnB Urgente: nota de falecimento de docente da universidade

É com grande pesar que a diretoria da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB) informa que tomou conhecimento do falecimento, neste fim de semana, do renomado professor Geraldo Severo de Souza Ávila. O professor atuou por um longo período no Departamento de Matemática da UnB, onde teve uma atuação de grande destaque. Foi também reitor da Universidade de Brasília.


Estendemos nossos votos de pesar a toda família.



Diretoria da ADUnB


30 de agosto de 2010.

Docentes prestigiam ex-reitor Lauro Morhy na ADUnB

Docentes prestigiam ex-reitor Lauro Morhy na ADUnB

A Casa do Professor ficou pequena para a homenagem, na última sexta-feira (27), ao ex-reitor Lauro Morhy. A Associação dos Docentes da universidade de Brasília (ADUnB) contou com a presença de boa parte dos seus professores associados, além do restante da comunidade acadêmica. Em cerimônia de aproximadamente uma hora, os convidados assistiram ao vídeo documentário contando a trajetória de vida de Lauro Morhy e aos discursos de homenagem ao professor, que esteve durante duas gestões à frente da reitoria (1997-2001/2001-2005).

ADUnB homenageia o ex-reitor Lauro Morhy

ADUnB homenageia o ex-reitor Lauro Morhy

A Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB) homenageia nesta sexta-feira (27) o ex-reitor Lauro Morhy pelos 40 anos de contribuição ao desenvolvimento da universidade. A homenagem será realizada, às 19h, na Casa do Professor e deverá contar com a presença de boa parte da comunidade acadêmica. Todos os 2065 docentes associados da ADUnB foram convidados a prestigiar o ex-reitor, que receberá uma placa pelas realizações de aprimoramento ao ensino e pesquisa, além do programa de expansão do Campus no Distrito Federal.


Em entrevista concedida nesta quarta-feira (25) à ADUnB, o ex-reitor se declarou um verdadeiro “apaixonado” pela universidade. Segundo ele, os 40 anos de contribuição foram resultado de muito esforço e que andaram de mãos dadas à satisfação em colaborar para o crescimento da instituição. “Dediquei minha vida à UnB. Foi aqui que construí tudo o que tenho hoje. E sou muito feliz por tudo isso”, afirma.



Natural de Guajará-Mirim (Rondônia), onde nasceu em 1940, Lauro Mourhy desembarcou na UnB em 1970. Na época, faltavam docentes para compor os departamentos. Desde então, passou a ser um colaborador ativo. Pouco antes desse período, enfrentou a perseguição política por ter sido diretor da União Nacional dos Estudantes (UNE) ao lado de figuras ainda influentes nos dias de hoje, como o ex-governador de São Paulo José Serra.

Ao chegar à universidade, foi direto para o instituto de Química (IQ), mas logo migrou para o Instituto de Ciências Biológicas (IB), onde fez mestrado em biologia molecular. Movido pelos desafios, resolveu determinar a estrutura completa de uma proteína pela primeira vez no Brasil. O trabalho é considerado a sua maior realização científica e acadêmica ao longo de toda a trajetória como pesquisador.

Em 1985, tornou-se doutor em biologia molecular pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp). Segundo ele, neste período ainda havia dificuldades estruturais para as pesquisas científicas nas universidades federais do país, especialmente nos departamentos de biologia e química. Porém, a aquisição de aparelhos e o desenvolvimento de programas de incentivo à pesquisa colocaram a UnB entre no eixo das universidaes de referência em todo o país.

A reitoria

A longa trajetória e colaboração levou Lauro Moury ao cargo de reitor da universidade por dois mandatos (1997-2001/ 2001-2005). Projetos importantes idealizados em sua gestão ainda seguem ativos atualmente, como o Programa de Avaliação Seriada (PAS) e o programa de extensão da universidade, que levou a UnB a Planaltina e Gama.

Questionado sobre a dificuldade que foram impostas para vencer as adversidades enquanto estava à frente da reitoria, Lauro é categórico. Segundo ele, o repasse dos recursos financeiros promovidos pelo governo federal era curto e permitia apenas cinco meses de sobrevida. Com isso, ficou clara a necessidade em criar novas formas de receita para a universidade. O ex-reitor, entretanto, comenta o assunto com certo pesar. Mas segundo afirma, não há qualquer mágoa pelas as acusações e problemas judiciais que sofreu após deixar a reitoria.

“É muito difícil você administrar, buscar caminhos alternativos e ainda assim enfrentar acusações infundadas. Passei por isso e foi muito desagradável. Mas a grande verdade é que a universidade está acorrentada pela legislação existente. Isso é um grande fator que dificulta a administração equanto reitor”,  avalia.

Mesmo distante da atividade docente, o ex-reitor afirma continuar empenhado em colaborando com a universidade. A nova iniciativa se concentra nas doações. Dos 9 mil livros que possui em sua residência, mais de 2 mil já foram doados para a Biblioteca Central da UnB. Segundo ele, a ideia da doação é um gesto para contribuir os anos de pesquisas e educação vividos na universidade. “Vou doar todos os meus livros. Pretendo ficar apenas com aqueles que ainda uso para pesquisa. O restante será bem utilizado, tenho certeza, pelos jovens pesquisadores da universidade que têm condições de colaborar ainda mais para o avanço da universidade", afirma.

Da assessoria de imprensa da ADUnB

ADUnB pede representação na Câmara da Carreira Docente

ADUnB pede representação na Câmara da Carreira Docente

A Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB) apresenta nesta segunda-feira (23) uma solicitação para integrar a comissão que discute a progressão funcional dos docentes. O documento será enviado à Câmara da Carreira Docente (CCD), com todas as propostas debatidas e formuladas pela diretoria da ADUnB, enumerando critérios mais objetivos para garantir avanços na carreira dos docentes.

Sintifub responde artigo de professor sobre a greve

O Sindicato dos trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintifub) respondeu na tarde desta quinta-feira (19) ao artigo publicado pelo professor Luiz Martins no portal da Secretaria de Comunicação. Na avaliação do comando de greve, a matéria publicada pela Secom representa a tentativa de enfraquecer as reivindicações e ações promovidas. A polêmica foi iniciada na última sexta-feira (13), após publicação da reportagem, que noticiou o pagamento de ajuda de custo aos integrantes do comando de greve. Conforme a nota, o sindicato interpreta ainda que a reportagem apresentou números sem comprovação e configura uma tentativa em desmoralizar o Sintifub.

Leia a integra da resposta do Sintifub.

Prezado Professor Luiz Martins,

Bela matéria, de sua autoria, intitulada “Finalmente, um portal público”, com a qual concordamos em grande parte. No entanto, parece que foge a sua consideração alguns fatos fundamentais.

A matéria publicada pela SECOM, com o título “O jetom do sindicato dos servidores”, de acordo com nosso entendimento, usou meticulosa e propositalmente o termo “jetom”, para tentar desmoralizar o sindicato. Como é do conhecimento de todos, esse termo está impregnado de sentido extremamente negativo, de tal forma que passou a ser utilizado com a finalidade de depreciar moralmente algo ou alguém. Principalmente em razão da onda de corrupção que assolou o nosso país em tempos recentes, bem como o pagamento de altas remunerações extras inescrupulosas e socialmente condenadas, por trabalhos que já estariam pagos por salários já recebidos por aqueles que os realizam, o termo jetom está fortemente associado a uma remuneração moralmente reprovada e indevidamente paga, segundo os moldes dos bons costumes sociais e da moralidade, especialmente no serviço público. Sendo assim, a SECOM age como a pior espécie de imprensa marrom.

Não aceitamos o termo jetom para designar – e menos ainda para substituir – ajuda de custo. Mas, neste ponto, por que “ajuda de custo”? Porque os membros do Comando Local de Greve (CLG) estão submetidos, nas atividades de greve, à realização de despesas financeiras que extrapolam seus gastos rotineiros. Vejamos o caso dos companheiros, integrantes do Comando de Greve, responsáveis pela Garagem: eles se deslocam fora do horário de expediente, inclusive em feriados, finais de semana e altas horas da noite, para cumprirem as tarefas de greve. Imaginemos também outros membros que necessitam se deslocar pelos campi e se dirigirem a órgãos públicos e do judiciário, em seus próprios carros, em atividades de greve, como panfletagens, distribuição de boletins, fixação de cartazes, entrega de documentos etc. Seria justo que estes companheiros arcassem com essas despesas, em atividades de interesse coletivo da categoria, com recursos próprios? Acreditamos que não.

No que diz respeito à prestação de contas exarada no seu artigo, ressaltamos que o Sintfub cumpre estatutariamente os procedimentos legais para publicização de seus balanços e qualquer mudança nos procedimentos implica em mudança no estatuto da entidade.

Foi pensando nisso que a ajuda de custo foi instituída e é paga aos representantes dos trabalhadores em luta, tendo por base a participação efetiva nas atividades de greve, e não a simples aparição a uma ou outra reunião do Comando de Greve, como fala a SECOM. Mais ainda, a ajuda de custo está respaldada por aprovação em Assembleia Geral da categoria, logo no início da greve, tendo sido unânime o entendimento quanto à procedência do seu pagamento, para os representantes da categoria nas ações do movimento grevista, particularmente nas atividades encaminhadas pelo Comando de Greve. Portanto, o pagamento dessa ajuda de custo está vinculada a uma iniciativa dos próprios servidores, e não do sindicato. Provavelmente essa é outra informação que foge do seu conhecimento. Reafirmamos, a informação de pagamento de ajudas de custo sempre foi pública e de amplo conhecimento da categoria, por meio das assembleias gerais, desde o início da greve. Vale também ressaltar que os integrantes do Comando de Greve estão sujeitos à assinatura de lista de presença nos turnos da manhã e da tarde.

Concordamos com a sua opinião relativamente à SECOM de que esta deveria ser um portal de informação, e não uma empresa de jornalismo. A intenção da SECOM, ao fazer jornalismo barato é o de claramente desmoralizar a greve e o Comando de Greve, além do objetivo de indispor a categoria com os seus representantes que fazem a luta. A SECOM não obteve sucesso em sua investida: a categoria enxergou as tentativas de desmoralização e desmobilização do movimento, respondendo afirmativamente a continuidade da greve e de todo apoio aos lutadores que têm levado adiante, com tantas dificuldades e adversidades, essa longa, cansativa e dura greve contra o corte salarial de 26,05%.

Em razão desse lastimável episódio, verdadeiro golpe baixo ardilosamente arquitetado com o único propósito de causar confusão e discórdia na base do segmento técnico-administrativo da UnB, lamentamos a reprovável investida da SECOM, que certamente não corresponde às posturas e aos princípios com base nos quais a administração superior da UnB foi eleita pelos servidores, integrantes de uma categoria tão duramente atingida pelas políticas de cortes de direitos implementadas nos últimos tempos.

Comando Local de Greve do Sintfub

JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL
Banner
Banner
Banner